Cabeceira/PI,  28 de novembro de 2020
 

7 de novembro de 2017 Informações da Postagem: Por Apolo Araújo Imprimir Postagem

Piauí é o estado mais perigoso do país para motociclistas, diz estudo

Um estudo realizado pela Ambev e a consultoria Falconi aponta que o Piauí é o estado que mais oferece riscos aos motociclistas.

A pesquisa se baseou nos dados de 2015, 68% das 1178 mortes decorrentes de acidentes de trânsito no Piauí envolveram motociclistas. Além disso, o índice de mortes por 100 mil habitantes no estado é o segundo pior do país, com 36,8, quase o dobro da média nacional (19,2). Apenas Tocantins (37,2) apresentou um índice pior.

O segundo tipo de condutor que corre mais riscos é o motorista de automóvel: representam 14% dos óbitos. Pedestres somam 12%, ônibus e caminhões integram os 6% restantes. Apesar dos dados alarmantes, o cenário indica melhora: na comparação anual com 2014, o total de falecimentos nas vias piauienses caiu 9%.

Teresina consta como a sexta capital onde mais ocorrem mortes no trânsito, com 436 óbitos em 2015, 51,6 por grupos de cem mil habitantes. a capital fica atrás de São Paulo, que amarga a primeira posição com total de 1082 mortes, apesar de ter o mais baixo índice por cem mil habitantes, 9,0. São Paulo é seguida por Fortaleza (620 e 23,9), Rio de Janeiro (610 e 9,4), Recife (527 e 32,6), Brasília (469 e 16,1), Teresina (436 e 51,6), Goiânia (432 e 30,2), Belo Horizonte (428 e 17,1), Salvador (316 e 10,8) e Manaus (311 e 15,1).

A região Nordeste é a que apresenta o segundo maior número de fatalidades no trânsito, com 12.397 mortes totais, e 21,9 óbitos por 100 mil habitantes. A região fica atrás apenas da região Sudeste. Entre 2010 e 2015 Nordeste e Norte seguiram na contramão das demais e registraram, respectivamente, crescimentos de 2,5% e 3,8% nos números absolutos de mortes no trânsito.

Apontado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um dos países com trânsito mais violento do mundo, o Brasil registrou uma baixa histórica no indicador de mortalidade devido a acidentes. O índice de óbitos por 100 mil habitantes recuou a 19,2 em 2015, o melhor resultado desde 2004. Em 2012, o indicador chegou a atingir 23,6.

Fonte: PortalODia


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