Cabeceira/PI,  24 de outubro de 2020
 

21 de julho de 2020 Informações da Postagem: Por Apolo Araújo Imprimir Postagem

Revista Forbes coloca Flamengo como “primeiro superclube” fora da Europa

FOTO: GETTY IMAGES

A Forbes, uma das revistas de negócios e economia mais conceituadas do mundo, abordou a passagem e saída de Jesus Jesus do Flamengo, em sua versão online. Mister, que teve seu desligamento com o clube anunciado na última sexta-feira (17), foi para o Benfica, de Portugal. Um dos pontos principais abordados pela reportagem, foi a disputa do Mundial de Clubes, contra o Liverpool.

Segundo a publicação, o Flamengo manteve um jogo taticamente e tecnicamente refinado contra os ingleses, deixando espaço suficiente para a ‘auto-expressão’ mesmo com a derrota por 1 a 0. Conhecido por sua ‘Nação’ de apaixonado, a Forbes destacou a força da torcida rubro-negra e dos títulos conquistados para que a Europa pudesse, enfim, passar a perceber e a reconhecer a equipe da Gávea como “o primeiro superclube fora do Velho Continente”.

— Na final da Copa do Mundo de Clubes, eles se enfrentaram com o Liverpool, mantendo um jogo que era taticamente e tecnicamente refinado, mas que deixava espaço suficiente para a auto-expressão. Com mais de 40 milhões de fãs e uma grande sala de troféus, a Europa começou a perceber: os brasileiros poderiam se tornar o primeiro super clube fora do Velho Continente? -, questionou a reportagem.

Além disso, a revista falou que Jorge Jesus garantiu sua vaga no ‘panteão’ dos deuses do futebol no Mais Querido, após tantas conquistas e títulos. O portal exaltou o feito de Mister no clube da Gávea: “O treinador português transformou um clube que há muito era assombrado por seu passado e pelos auge do lendário Zico nos anos 80. Jesus, no entanto, era grande o suficiente para o Flamengo, o clube das massas do Brasil, por sua mitologia e por sua obsessão patológica pela vitória”, disse.


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Pouco mais de um mês após a renovação contratual com o Flamengo, o técnico Jorge Jesus decidiu deixar o Rubro-Negro para voltar ao Benfica, clube de seu país de origem. Com 13 meses de trabalho, o comandante deixou o Mais Querido com mais títulos do que derrotas. Foram três conquistas: Campeonato Brasileiro e Libertadores da América, ambos em 2019, e Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana e Campeonato Carioca, todos em 2020.


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